segunda-feira, 25 de julho de 2011

Aeroporto para abelhas


Flor cria 'aeroporto' para abelhas em suas pétalas, revela estudo
Formato especial das células ajuda insetos a pousar com segurança. Planta e polinizadores possuem 'aliança' que beneficia ambas as partes. Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Não é segredo para ninguém que abelhas e flores foram feitas umas para as outras, mas uma nova pesquisa mostra que as plantas se desdobram até para ajudar os insetos a pousar em segurança. O "aeroporto" em questão é formado por células cônicas nas pétalas das flores, que ajudam as patas das abelhas a ganhar um apoio mais firme dependendo da maneira como o pouso acontece. 
Flor normal, com molde do detalhe das células cônicas, que ajudam no pouso das abelhas, e a flor mutante, que dificulta a vida dos insetos.

"As garras no último segmento da pata das abelhas têm uma escala parecida com a desses cones e, dessa forma, conseguem se prender a eles", explicou ao G1 a pesquisadora Beverley J. Glover, do Departamento de Ciências Botânicas da Universidade de Cambridge. "Eu imagino que seja como os apoios numa parede de alpinismo esportivo. Não importa se eles são do mesmo tamanho que a sua mão, podem ser até menores, mas você ainda consegue escalar com mais facilidade se eles estão lá", diz Glover, uma das autoras de um estudo sobre o tema na revista científica "Current Biology".  Com a pesquisa, acabou o mistério sobre as células cônicas, que estão presentes nas pétalas de cerca de 80% das flores. Como as plantas já usam todo tipo de atrativo para trazer as abelhas até si, como cores brilhantes, odor agradável e néctar, fazia sentido que o detalhe também fosse uma adaptação para ajudar os insetos. (A relação de ajuda mútua envolve o transporte de pólen pela abelha, facilitando a reprodução da planta, e a captação do doce néctar, matéria-prima do mel.)  
Modelagem
Mas que diferença exatamente os cones estavam fazendo? Para checar isso, os pesquisadores organizaram uma série de testes bastante criativos, usando flores normais de Antirrhinum (conhecida como boca-de-leão) e mutantes dessa planta que não possuem as células cônicas. Como outros detalhes, como cor e cheiro, poderiam influenciar a investigação, eles criaram flores falsas com a ajuda de moldes das flores originais, explica Glover. "É um processo muito simples. Nós apertamos a pétala num pedaço de molde dentário, para produzir um negativo dela. Desgrudamos a pétala, derramamos epóxi sobre a molde dentário e o retiramos depois de secar. Assim, temos uma réplica positiva perfeita da pétala. Quando testamos sua aparência no microscópio, a resolução é excelente", afirma ela. As flores artificiais têm como único fator distintivo a diferença entre os tipos de célula (cônica ou lisa), que as abelhas conseguem diferenciar pelo tato. Em princípio, na verdade, parecia que os insetos não estavam nem aí com a diferença, mas bastou mudar a orientação das flores, fazendo com que se tornasse difícil de pousar nas pétalas, para que 75% das abelhas preferissem a versão cônica. Também era mais fácil para elas captar a solução açucarada colocada lá pelos pesquisadores quando a flor em questão possuía células cônicas. O mais provável é que, ao longo da evolução, as plantas que produziam essa adaptação em suas flores tenham sido favorecidas ao facilitar a vida de suas abelhas polinizadoras. Glover diz que é difícil saber exatamente quando essa adaptação surgiu. "As flores não se fossilizam bem, e essas células estão cheias de água, então provavelmente elas desabariam e ficariam irreconhecíveis num fóssil, de qualquer maneira. Entretanto, como a maioria das plantas com flores as possuem, inclusive algumas das famílias mais basais [primitivas], suspeitamos que elas tenham evoluído bem cedo na história da dessas plantas", avalia ela. 
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,MUL939367-5603,00

Origem da vida em laboratório


Cientistas chegam perto de recriar origem da vida em laboratório
Dupla americana produziu duas moléculas capazes de se auto-replicar. Ambas são feitas de RNA, substância que é tida como primo pobre do DNA. Salvador Nogueira Do G1, em São Paulo


Recriar a origem da vida em laboratório é um dos maiores desafios da ciência. Mais do que a complexidade dos processos envolvidos, o que conta é a falta de tempo: os cientistas não dispõem de vários milhares ou até milhões de anos na bancada para esperar tudo acontecer diante de seus olhos. Por conta disso, o processo todo precisa ser recriado aos pedaços. E o que pode ser o mais importante deles acaba de ser produzido por uma dupla de cientistas americanos.  Tracey Lincoln e Gerald Joyce, do Instituto de Pesquisa Scripps, em La Jolla, na Califórnia, conseguiram ensaiar os primeiros passos do que os cientistas chamam de "mundo de RNA". Traduzindo do cientifiquês para o português, eles produziram moléculas extremamente simples que são capazes de se replicar e carregar um código genético rudimentar. Seus sucessos foram reportados on-line pelo periódico científico americano "Science".  O problema do surgimento da vida é um dos mais intratáveis, do ponto de vista científico. Além da já referida falta de tempo hábil dos cientistas para conduzir os experimentos, há também um dilema adicional: as criaturas atuais fazem emergir a velha dúvida, "quem surgiu primeiro, o ovo ou a galinha?", em versão biomolecular. Eis a questão: todos os seres vivos conhecidos hoje têm, de um lado, uma molécula específica para guardar suas informações genéticas -- trata-se do famoso DNA, uma espécie de "manual de instruções" para a construção e o metabolismo de um indivíduo vivo. De outro lado, as estruturas e ocorrências que se dão no interior desse indivíduo são propiciadas pelas proteínas, moléculas complexas em geral construídas a partir do código armazenado no DNA.  Ocorre que é improvável que essas duas coisas tenham surgido individualmente ao mesmo tempo e então se reunido para formar a primeira criatura viva. Alguma estratégia, mais simples, deve ter sido precursora do atual "formato" da vida na Terra. 


Entra em cena o mundo de RNA

Há uma molécula que, hoje em dia, serve para funções "subalternas" nas células. É o RNA, uma espécie de primo pobre do DNA, posto que é mais instável. Atualmente, ele serve, por exemplo, para transportar a informação contida no DNA, localizado no núcleo da célula, até as fábricas de proteínas, posicionadas fora do núcleo.  Mas os cientistas observaram que, em dadas circunstâncias, o RNA pode fazer mais que ser leva-e-trás de informação genética. Às vezes, ele também pode agir diretamente no metabolismo, "atuando" de forma similar às proteínas. Voilà, pensaram os biólogos, cá está a estratégia mais simples para o início da vida: tudo teria começado com o RNA, trabalhando como um "faz-tudo".  É justamente este modelo que acaba de ganhar uma força imensa, direto da bancada de Lincoln e Joyce. A dupla criou duas pequenas moléculas de RNA que, em parceria, promovem sua própria replicação. E põe replicação nisso: "Essas enzimas de RNA de replicação cruzada passam por amplificação exponencial auto-sustentada na ausência de proteínas e outros materiasi biológicos", descrevem os cientistas em seu artigo na "Science". Eles apontam que a "população" de RNA auto-replicante dobra aproximadamente a cada uma hora -- e continua, indefinidamente, contanto que os recursos estejam disponíveis ao redor. 

Evolução em andamento

Outra coisa que os cientistas americanos conseguiram observar foi a seleção natural, tal qual descrita por Charles Darwin, em franca operação.  Várias versões diferentes das moléculas de RNA auto-replicantes foram produzidas e colocadas no mesmo substrato. Após gerações e mais gerações de "reprodução", os cientistas notaram que algumas delas saíram "vencedoras" e dominaram completamente a disputa por recursos.  Com isso, ficou demonstrado também que, além do papel na replicação, as fitas de RNA também tinham papel como um sistema genético, que podia ser submetido à seleção natural.  Sem dúvida, é um passo importante para explicar como a vida pode ter surgido e se apoderado dos recursos da Terra, da forma como fez cerca de 4 bilhões de anos atrás. Mas é a solução do mistério? Claro que não. De um lado, ainda fica o enigma de como essas fitas de RNA auto-replicantes poderiam ter aparecido, a partir da chamada "sopa primordial" de compostos orgânicos existentes na Terra primitiva. Na outra ponta, ainda resta explicar como essas precursoras da vida em forma de RNA evoluíram para ganhar tantas estruturas e complexidade, como um sistema genético com DNA e proteínas altamente sofisticadas para "tocar" o metabolismo das células.
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL939367-5603,00

Abelhas 'guarda-costas'

Abelhas funcionam como 'guarda-costas' de plantas, sugere experimento
Presença dos insetos reduz em até 70% ataques de lagartas nas folhas. Batida de asas é confundida com a de vespas, inimigas naturais das larvas. Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Eis mais um motivo para manter colméias em propriedades agrícolas: o simples ruído do bater de asas de abelhas é capaz de reduzir em até 70% a destruição causada por lagartas nas folhas das plantas. O dado surpreendente vem de um estudo experimental alemão, o qual sugere que o efeito, embora eficientíssimo, é apenas uma coincidência. 
Não é à toa que as flores são tão hospitaleiras para as abelhas 
Explica-se: o ruflar de asas das abelhas é, para as lagartas, idêntico ao de certas vespas que caçam essas larvas herbívoras. Normalmente, as lagartas detectam esse ruído com a ajuda de pêlos sensíveis localizados na superfície de seu corpo, explicam Jürgen Tautz e Michael Rostás, autores da pesquisa recém-publicada na revista científica "Current Biology". Ao "ouvir" o barulho, as lagartas amedrontadas param de se mexer (e de mastigar; em condições normais, comem quase sem parar) ou então pulam da planta para escapar. A hipótese dos dois pesquisadores era que a vizinhança de abelhas teria o mesmo efeito. Para verificar a idéia, eles usaram tendas experimentais no jardim botânico da Universidade de Würzburg, onde trabalharam. Nas tendas havia mudas de pimenta e de soja, que foram infestadas com lagartas. Parte das plantas foi deixada desse jeito, enquanto a outra parte foi ligada a uma colméia, de maneira que as abelhas tinham livre acesso ao local. Foi assim que a diferença bem respeitável na taxa de herbívora das lagartas foi detectada. Os pesquisadores sugerem até que a descoberta pode inspirar uma nova forma de controle biológico das larvas -- usando abelhas, claro. http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL939367-5603,00-
ABELHAS+FUNCIONAM+COMO+GUARDACOSTAS+DE+PLANTAS+SUGERE+EXPERIMENTO.html

A onda Biotecnológica

A  Onda   Biotecnológica


Biotecnologia significa a utilização de organismos vivos ou de seus componentes para geração de bens e serviços.  Entre os jovens estudantes do Ensino Médio há uma tendência generalizada de se conceber Biotecnologia como uma atividade humana contemporânea (Pós-Moderna). É comum haver uma associação de termo Biotecnologia com manipulação do Material Genético, conferindo, assim, um caráter DNAcentrista à Biotecnologia. (Melo,2005). No entanto as Biotecnologias  perseguem as sociedades humanas desde a pré-história.  É comum haver uma associação de termo Biotecnologia com manipulação do material genético conferindo, assim, um caráter DNAcentrista à Biotecnologia.(Melo, 2005). No entanto as Biotecnologias a perseguem as sociedades humanas desde a pré-história. Podemos falar de Biotecnologias Tradicionais, Biotecnologias pontes de novas Biotecnologias (Kravser).
As Biotecnologias  Tradicionais geraram produtos como vinho, pães, queijos, cerveja, pigmentos, extratos medicinais de plantas dentre outros. Essas Biotecnologias algumas presentes até hoje, eram marcadas pelo caráter subsistencial e desprovido de tensões éticas.
As Biotecnologias pontes podem ser vistas como o incremento do processo produtivo das  velhas Biotecnologas. A Revolução Industrial e o Progresso da Microbiologia marcaram essa fase Biotecnologia. Passou a ocorrer a produção em larga escala, bebidas, solventes, pães. Através do melhor conhecimento da Fermentação e do metabolismo bacteriano. Provavelmente, o auge dessa fase seja a consolidação da produção de vacinas e antibióticos.
As tecnologias pontes pelo seu caráter experimental e pelo grande alcance social de suas aplicações (experimentos com seres humanos, testagem de novas terapias, campanhas públicas de imunização) suscitam  certos questionamentos  éticos.
E porque as Biotecnologias atuais desencadeiam tantas dúvidas e dilemas? Está demonstrado, historicamente, que as Biotecnologias são capazes de resolver problemas práticos da humanidade e que elas, em si mesmas, não carregam um valor bom ou ruim. A forma de utilização dos seus resultados  é que deve ser o foco do debate atual. Ao contrário das Biotecnologias mais convencionais, as atuais apresentam um caráter de alta complexidade, alto grau de intervenção no organismo manipulado e o poder de combinar materiais biológicos de espécies diferentes e até mesmo de criar novas formas de seres vivos geneticamente modificados.
Jamais foi visto na história da humanidade tamanha capacidade de alterar a matéria viva e de gerar tantas aplicações em curso ou em projeção. O grau de complexidade, a magnitude do empreendimento intelectual e financeiro, a imprevisibilidade das suas aplicações e a velocidade na qual ocorrem os desdobramentos, geram na sociedade uma mistura de sentimentos que vão do medo, da dúvida, passando pela esperança, até o grande otimismo das novidades.
Contudo, o que parece ser mais claro em toda essa grande onda Biotecnológica é que a combinação ciência/poder recheada com astronômicos investimento por parte dos governos das nações mais ricas e das grandes companhias transnacionais formatará um desenho novo do mundo  baseado no poder biotecnológico. Nesse novo desenho teremos de um lado os grandes impérios do saber-fazer biotecnológico e do outro nações com grandes reservas genéticas, grandes carências sociais, populações vulneráveis e na sua maioria, excluída dos benefícios da tecnociência.



HÁÁÁ CONSELHOS...


P S.: SE CAMINHAR FOSSE SAUDÁVEL O CARTEIRO SERIA IMORTAL...!
BALEIA NADA O DIA INTEIRO, SÓ COME PEIXE, SÓ BEBE ÁGUA E É GORDA....!
LEMBRANDO:COELHO  CORRE, PULA E  VIVE 15 ANOS, TARTARUGA NÃO CORRE NÃO FAZ NADA E
VIVE 450 ANOS !!!!

"Se você não encontrar sua metade da laranja, não desanime, procure sua metade do limão, adicione açúcar,  pinga e gelo e vá ser feliz!"

Ô cara.

Esse sabe usar camisinha.